Televisão, como podemos viver sem ela? A telinha enriquece nossas vidas de modo incomensurável, colocando-nos na primeira fila para sabermos as últimas notícias, viajarmos por culturas nunca dantes imaginadas, termos oportunidades educacionais de valores e significância sem precedentes e divertimentos à disposição. Porém, aquilo que nos enriquece tem um lado sombrio: satisfaz e assusta.
Assistir freqüentemente violência da mídia pode levar a uma dessensibilização emocional para com a violência na vida real; em um longo estudo que correlaciona os hábitos de TV das crianças com o que se tornariam vinte anos mais tarde, descobriu-se uma ligação direta entre exposição à violência na televisão e o fato de tornarem-se violentas.
As pessoas de muitos países são contra os filmes, música, séries e shows da televisão norte-americana - muita violência, muitas drogas. Os gurus da mídia estão passando a mensagem errada - sem falar no efeito que seus produtos causam nas mentes e corações dos espectadores, principalmente em crianças em desenvolvimento. Os executivos da televisão admitem que seus objetivos para um show de meia hora são ter quinze minutos de comerciais e quinze minutos de programa. Eles esperam conseguir essa façanha por meio de aulas que ensinam os atores e atrizes a falar mais rápido (o que já vem sendo feito). Os executivos da televisão não se importam se os espectadores mais idosos perdem o diálogo; na verdade eles estão atrás do jovem que, com sua capacidade limitada de prestar atenção e seu raciocínio rápido, acompanha com facilidade - interferindo ainda mais no desenvolvimento do cérebro e aumentando o risco de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Fonte:RD1 Audiência da TV


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